Mostrando postagens com marcador consumo de cerveja. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador consumo de cerveja. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Expectativa de vida X Consumo de Cerveja

Há tempos já tentava imaginar o quanto o consumo de cerveja poderia ser benéfico à saúde. Algumas notícias andaram circulando pela internet, inclusive já postei aqui mesmo o bem que a cerveja pode ter. Você pode rever clicando: Aqui, Aqui, Aqui, Aqui e Aqui.


Então um grande amigo, que publica semanalmente uma coluna sobre cervejas (Factóide!), postou essa semana um infográfico comparando cerveja e vinho(vejam o post completo, é bem legal). Isso me fez lembrar de uma comparação que havia feito tempos atrás. A matéria relacionava a quantidade de chocolate consumida anualmente pelos países e conquistas de Prêmios Nobel. O post completo você pode ver aqui.



Então resolvi fazer uma rápida pesquisa sobre a relação Consumo de Cerveja x Expectativa de vida. A pesquisa trouxe informações que podem ser interessantes. Claro que a expectativa de vida está também relacionada com outros fatores (guerra, doenças, acidentes, etc), mas não podemos esquecer que o comportamento também interfere na expectativa de vida. E um dado comportamental observado foi exatamente o consumo anual de cerveja/habitante. 



Seria o consumo de cerveja elevado responsável pela diminuição da expectativa de vida? Vejamos nossos amigos Tchecos que consomem em média 346 garrafas de cerveja cada um por ano (é como se cada habitante homem mulher, criança ou idoso consumisse a mesma quantidade). Depois temos os Austríacos que consomem 305 garrafas por ano e assim vai...

Expectativa de vida X consumo de cerveja no mundo:


Podemos observar que as linhas se encontram (bom senso?) quando o consumo chega em torno de 81 Litros por pessoa por ano. Apesar da expectativa ser relativamente parecida entre os 10 primeiros países.

O que podemos concluir é que mesmo com o consumo alto de cerveja a população continua vivendo bem. Talvez pelas políticas que gerem a bebida no país ou até mesmo pela consciência das pessoas que bebem. O que esse levantamento pode mostrar é que as doenças relacionadas ao consumo de bebida alcoólica(Hepatites, Cirrose e Pancreatite por exemplo) não é tão eficiente marcador de mortalidade quando essa bebida é a Cerveja. 



Ampliando a linha de raciocínio, uma pesquisa feita por George Armelagos e Mark Nelson, mostrou que a cerveja produzida entre 350 a.C. a 550 a.C. no Sudão, continha Tetraciclina(um antibiótico) resultado da fermentação por Streptomyces Scabie. Leia mais aqui e aqui.

Interessante não? Pelo menos a cerveja eu sei que não vai matar a gente... Siga la pelota...

terça-feira, 9 de abril de 2013

Perfil do consumidor de Cervejas especiais

Já é notável a presença de diversas cervejas diferentes nos locais onde costumavam apenas existir as cervejas mais comuns. O mercado vem crescendo bastante e o consumidor está cada vez mais beneficiado por tantas cervejas especiais e diferentes. E qual é o perfil do consumidor de cervejas especiais?



O Pedro, aluno do Instituto de Matemática e Estatística da USP está fazendo uma pesquisa para seu Trabalho de Conclusão de Curso exatamente com este tema. É uma pesquisa rápida na qual analisa-se mercados em crescimento e as influências que nele incidem para o seu desenvolvimento (como promoções, influências, marketing, entre outros) e nada melhor que usar o mercado de cervejas especiais, que tem crescido muito e é uma das suas paixões. É uma pesquisa bem rápida e direcionada.

Para participar e ajudar basta clicar aqui (https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dGtqbHp0eTI4MktCYVZOUl9xSGRheXc6MQ#gid=7) 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Estudo mostra que cerveja hidrata como água após esporte

Um estudo apresentado nesta terça-feira em Bruxelas comprova que o consumo moderado de cerveja após exercícios físicos é tão eficaz quanto a água para a hidratação, segundo especialistas médicos.




Esta é uma das conclusões apresentadas no "VI Simpósio Europeu de Cerveja e Saúde", onde participaram especialistas em medicina, nutrição e alimentação da União Europeia.

O pesquisador Manuel Castillo, da Universidade de Granada, expôs os resultados de um estudo que consistiu em medir a reação do corpo à ingestão de água ou cerveja após a realização de esforço físico intenso. "Realizamos o estudo para comprovar se o costume de tomar cerveja depois do exercício era recomendável", explicou Castillo.

A conclusão foi de que uma quantidade moderada de cerveja "não prejudica a hidratação após o exercício". Tomar cerveja seria "a mesma coisa que tomar água", por isso é recomendado o consumo da bebida fermentada a todas as pessoas que não tenham nenhuma contraindicação.



"Não foi encontrado nenhum efeito negativo que pudesse ser atribuído à ingestão de cerveja em comparação com a ingestão de água", disse Castillo, que também afirmou que durante as conferências será apresentado outro estudo que descarta que exista "qualquer relação" entre o consumo da bebida e a tendência a desenvolver "barriga de chopp".

O médico Ramón Estruch, do Hospital Clínico de Barcelona, afirmou que os resultados dos estudos mostram que o consumo moderado de cerveja "ajuda na prevenção de acidentes cardiovasculares, graças aos efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios das artérias".

Além disso, proporciona proteção contra fatores de risco cardiovascular, como diabetes, melhora a pressão arterial, regula o colesterol e previne a arterioesclerose, segundo a pesquisa.



Estruch informou que atualmente estão sendo feitas pesquisas para determinar se os benefícios da cerveja com álcool são maiores que os da cerveja sem álcool, embora haja indícios de que a primeira tem efeitos mais positivos.

De qualquer forma, Estruch ressaltou a importância de "consumir a cerveja dentro de um padrão de alimentação saudável, preferencialmente a dieta mediterrânea".

Maria Teresa Fernandez Aguilar, pesquisadora da Agência da Saúde de Valência, informou sobre os efeitos benéficos da cerveja sem álcool para as mães lactantes. Ela citou o estudo que demonstrou que crianças amamentadas por mães que consumiram duas cervejas sem álcool durante a lactação têm menos possibilidades de padecer de doenças como câncer e arteriosclerose, devido à transmissão dos componentes antioxidantes de bebida.



"Os resultados nos surpreenderam", afirmou Maria Fernandez, acrescentando que a cerveja sem álcool seria mais recomendável que outras bebidas gasosas com base química.

Cerveja na Guela: Por um mundo com mais cerveja, Pelo consumo consciente e Pela qualidade da nossa cerva.

Fonte: Folha